A Imortalidade na Visão Bantu

setembro 29, 2008

MUENHU KITUAJIMA

A  cultura Bantu patenteia a sede de infinita de todos os homens, o ensejo inato de imortalidade. O projeto de vida sem fim é para o negro Africano a finalidade das finalidades. A sua visão do  mundo depende dessa finalidade; as suas instituições sócio-religiosas fomentam a aparição o desenvolvimento e a conservação da mesma; nela baseia o seu sistema de valores. No homem negro palpita um desejo de viver, que brota da consciência que o homem tem de  que nele um desejo de viver que realiza  uma palavra que a palavra da vida. Ao makula (antepassados), tal como os vivos, não estão coletivizados; cada indivíduo conserva a sua personalidade distinta e influente. Ficam na recordação como indivíduos ativos. Todavia, falam de “morte” quando o defunto não deixou descendente. Ninguém se recordará dele porque não há laço vital com nenhum vivo. Não revive pela procriação. Finalidade primária da existência. O antepassado possuirá tanto maior vigor, quantos mais descendentes deixou. Continue lendo »